Adelmir Santana, presidente do Sistema Fecomércio-DF (Fecomércio, Sesc, Senac e Instituto Fecomércio)

Um encontro múltiplo e em movimento com o teatro. Defino assim a chegada da 21ª edição do Palco Giratório no Distrito Federal. Já são duas décadas entrelaçando histórias e montando uma rede de ricas experiências no campo das artes cênicas. Neste ano, se presta uma homenagem ao circo com 625 apresentações artísticas e mais de 1,6 mil horas de oficinas em todo o Brasil. Tais características tornam o Palco Giratório o maior projeto de difusão e intercâmbio teatral de nosso País.

Chegando às capitas e ao interior, o festival também não tem limites e nem mede esforços para fazer com que arte seja difundida. Ao longo do circuito, 132 cidades devem receber a programação que inclui 20 grupos de 12 estados e do DF. Poderia dizer que cada edição representa um registro histórico da nossa produção cultural, no qual as regiões brasileiras se encontram, se unem e se misturam. Penso que boa parte dessas produções artísticas não seriam conhecidas pelos quatro cantos se o Sesc, com o seu olhar visionário, não tivesse provocado esse giro teatral.

Dessa forma, mantendo o compromisso de fomentar a cultura, o Sesc-DF recebe de cortinas abertas de 7 a 29 de julho o circuito, que não ficará só em nosso histórico Teatro Sesc Garagem (913 Sul). As unidades de Ceilândia, Taguatinga Norte e Gama também serão palcos das apresentações e oficinas. Costumo dizer que o teatro, além do entretenimento, proporciona uma reflexão e um novo olhar sobre o tradicional e contemporâneo. Com isso, o Sesc abre novas trilhas para uma aproximação do contexto poético com os temas atuais da nossa sociedade. Difundir toda essa riqueza reafirma o poder transformador que a instituição Sesc possui no Brasil. Todos estão convidados para se unirem à nossa plateia!